É preciso planejamento cuidadoso para ter sucesso no desenvolvimento e na implementação de software. Um modelo de gestão de lançamentos simplifica o processo, descrevendo cinco etapas que a sua equipe pode seguir repetidamente.
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Independentemente do tipo de lançamento de software que você esteja implementando, desde a criação e o lançamento de uma nova funcionalidade até a entrega de uma atualização, há muito o que você (e a sua equipe) precisa fazer. Entre o planejamento e a definição do escopo do projeto, o acompanhamento das datas de conclusão e do progresso do projeto, e a construção e implementação do produto, o processo de lançamento do software pode se tornar rapidamente complicado.
Um modelo de gestão de lançamentos simplifica o processo, dividindo-o em cinco etapas sequenciais: planejamento, desenvolvimento, testes, preparação e implementação. Ao fornecer à equipe um modelo de processo reutilizável, este modelo ajuda a agilizar e controlar a implementação do software, para que a equipe possa criar e lançar o produto, uma tarefa de cada vez.
A gestão de lançamentos é uma técnica de gestão de projetos usada para administrar, planejar, controlar e agilizar o processo de desenvolvimento e implementação de software. Comumente usada por desenvolvedores de software e equipes de DevOps, a gestão de lançamentos envolve dividir o processo de desenvolvimento em cinco etapas. O processo ajuda as equipes a melhorar a velocidade de implementação, reduzir falhas de comunicação e diminuir erros.
As cinco etapas da gestão de lançamentos são: planejamento, desenvolvimento, testes, preparação e implementação. Uma gestão de lançamentos bem-sucedida ajuda a agilizar o processo de implementação do software e aumenta a probabilidade de uma implementação sem problemas.
É uma estrutura reutilizável que descreve as etapas do processo de gestão de lançamentos. Ao fornecer um esquema reutilizável para a implementação de software, este modelo simplifica o processo e reduz o trabalho inicial, para que a sua equipe possa começar a trabalhar sem demora.
Depois de criar um modelo básico, você pode copiá-lo e reutilizá-lo em todas as implementações de software, garantindo que todos sigam as mesmas etapas de gestão de lançamentos. Dessa forma, você pode ter certeza de que todos na equipe seguirão o mesmo processo, não importa quem esteja trabalhando no projeto ou quando a implementação ocorrer.
Com um modelo digital de gestão de lançamentos, é possível:
Criar um esboço passo a passo do seu plano de gestão de lançamentos que pode ser reutilizado em todas as implementações de software.
Melhorar a velocidade e a eficiência dos lançamentos de software, aumentando a probabilidade de êxito.
Alinhar os membros da equipe em todas as etapas do processo e atribuir tarefas, para que todos saibam quais são as suas responsabilidades e prazos.
Gerir cada etapa do processo de implementação do software, do planejamento à produção, em um só lugar, para que você não perca nenhuma etapa.
Reduzir possíveis problemas ao mapear todo o processo de gestão de lançamentos com antecedência.
Usar as dependências para ver rapidamente quais tarefas dependem umas das outras e identificar erros de agendamento antes que eles afetem a implementação.
Usar marcos para monitorar o progresso no processo de gestão de lançamentos e garantir que o lançamento seja feito no prazo.
Aproveitar as tags personalizadas para monitorar as datas de início e de conclusão de cada tarefa e acompanhar o progresso do projeto.
Como o seu modelo de gestão de lançamentos serve como uma estrutura para todas as implementações de software, você deve estruturá-lo com todas as fases e etapas do processo de implementação.
Para começar, divida o seu modelo nas cinco etapas do ciclo de vida da gestão de lançamentos. Quando estiver tudo pronto para usar o modelo para gerir uma implementação de software real, você pode copiá-lo e personalizá-lo com tarefas para o seu lançamento específico.
As cinco etapas que você deve incluir no seu modelo são:
Planejamento: durante a fase de planejamento do lançamento, você mapeará o cronograma de lançamento, determinará o escopo do projeto, alocará recursos e identificará quaisquer dependências ou possíveis obstáculos. As tarefas na fase de planejamento podem incluir a realização de uma reunião inicial do projeto e a criação de uma estrutura analítica do projeto.
Compilação: a fase de compilação do lançamento é quando a equipe compila o software em um ambiente de produção. Na seção de compilação do seu modelo de gestão de lançamentos, você criará tarefas práticas para as atividades de compilação e desenvolvimento e as atribuirá aos membros da equipe do projeto.
Teste: na fase de teste, a equipe do projeto testa o software para identificar e resolver quaisquer bugs. A fase de testes pode incluir tarefas como a execução de testes de aceitação do usuário final, a identificação de defeitos de software e a execução de testes de regressão.
Preparação: a fase de preparação do lançamento é a última etapa antes da implementação do software. Nesta fase, a equipe faz as alterações e otimizações finais no software. As tarefas podem incluir a resolução de bugs de software e a execução de um controle de qualidade final.
Implementação: a gestão da implementação é a etapa final do processo. Nesta etapa, você implementa o software em um ambiente real e realiza testes adicionais para garantir que o software ao vivo funcione conforme o esperado. As tarefas desta fase incluem a implementação do software, o seu teste em um ambiente de produção e a melhoria da funcionalidade.
Aproveitar os recursos e aplicativos sincronizados da Asana ajuda a otimizar a colaboração entre equipes e a manter o projeto em dia. Depois de estruturar o seu modelo de gestão de lançamentos em cinco fases, você pode usar tags personalizadas e funcionalidades integradas para monitorar informações essenciais, como datas de início e término, duração necessária, proprietário da tarefa, dependências e marcos.
Automatização. Automatize o trabalho manual para que a equipe gaste menos tempo com o trabalho de rotina e se concentre nas tarefas para as quais foi contratada. As regras na Asana operam a partir de desencadeadores e ações: em essência, “quando acontecer X, fazer Y”. Use as regras para atribuir o trabalho automaticamente, ajustar as datas de conclusão, definir campos personalizados e notificar as partes interessadas, entre outras ações. De automatizações pontuais a fluxos de trabalho completos, as regras restituem à equipe tempo que pode ser melhor utilizado em trabalho qualificado e estratégico.
Marcos. Os marcos representam momentos importantes do projeto. Com marcos definidos ao longo do projeto, você possibilita que os membros da equipe e as partes interessadas vejam o ritmo do seu progresso em direção a uma meta. Pense nos marcos como uma oportunidade de celebrar pequenas vitórias no percurso que levará à meta mais significativa do projeto.
Campos personalizados. Os campos personalizados são a melhor maneira de marcar, ordenar e filtrar o trabalho. Crie campos personalizados específicos para monitorar qualquer tipo de informação: prioridade, status, e-mail, número de telefone, etc. Utilize os campos personalizados para ordenar e agendar os seus afazeres, deixando claro o que deve ser feito primeiro. Além disso, é possível usar os mesmos campos personalizados em diferentes tarefas e projetos para manter a uniformidade por toda a organização.
Dependências. Use as dependências para marcar que uma tarefa está aguardando a conclusão de outra. Assim, ficará mais fácil identificar os momentos em que o seu trabalho impede a realização do trabalho de outra pessoa, e você poderá ajustar prioridades com base nisso. Equipes com fluxos de trabalho colaborativos podem ver facilmente quais tarefas estão pendentes de outras e saber quando começar a sua parte do trabalho. Desse modo, quando a tarefa inicial é concluída, o responsável pela tarefa dependente é notificado de que esta está disponível para execução. Além disso, se a tarefa que está bloqueando o seu trabalho for reagendada, você receberá uma notificação da Asana para avaliar se também é necessário ajustar a data de conclusão da tarefa dependente (atribuída a você).
Microsoft Teams. Com a integração entre o Microsoft Teams e a Asana, é possível buscar pelas informações necessárias sem sair do Teams. Conecte facilmente as conversas do Teams a itens realizáveis na Asana. Além disso, crie, atribua e visualize tarefas durante uma reunião do Teams sem precisar abrir o navegador.
GitHub. Sincronize automaticamente as atualizações de status de pull requests do GitHub com tarefas da Asana. Acompanhe o progresso das pull requests e aprimore a colaboração interdisciplinar entre as equipes técnicas e não técnicas, tudo dentro da Asana.
Zoom. A Asana e o Zoom firmaram uma parceria para ajudar as equipes a realizar reuniões mais relevantes e focadas. Com a integração entre o Zoom e a Asana, fica mais fácil preparar-se para uma reunião, ter conversas que podem ser postas em prática e acessar todas as informações ao final da chamada. As reuniões começam na Asana, onde as pautas de reunião compartilhadas proporcionam visibilidade e contexto sobre o que será debatido. Durante a reunião, os membros da equipe podem criar tarefas rapidamente dentro do Zoom, para que os detalhes e coisas a fazer não fiquem esquecidos. E, assim que a reunião termina, a integração com o Zoom já envia a transcrição e a gravação da reunião à Asana, para que todos os colaboradores e participantes possam revê-la sempre que necessário.
Lucidchart. A integração entre o Lucidchart e a Asana incorpora perfeitamente diagramas, fluxogramas, mapas de processos e wireframes ao seu projeto na Asana. O contexto importante para o projeto está onde você precisa: na Asana. As equipes podem acessar com facilidade todas as informações certas à medida que trabalham, sem alternar entre aplicativos diferentes.
Saiba como criar um modelo personalizável na Asana. Comece hoje mesmo.